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Recuperação de Fissuras

Por TopTec

Aqui vai uma sugestão rápida para restauração de fissuras em alvenarias. Cabe lembrar que o procedimento depende muito da avaliação técnica da fissura, bem como do tipo da causa do problema patológico.

 

 

a.1) Abre-se a fissura em forma de “V” de forma a apresentar, depois de aberta, 8 mm de profundidade e 10 mm de largura. Remove-se o acabamento numa faixa de 20 cm em torno da trinca, contados 10 cm para direita e 10 cm para a esquerda. Retira-se todo o pó da região;

 

a.2) Aplica-se uma demão farta de um produto fundo preparador de paredes, diluído na proporção de 1:1 com diluente à base de aguarrás, na trinca e nas faixas laterais. Aguarda-se no mínimo 4 horas;

 

a.3) Preenche-se a trinca com um produto especial selador de trincas. Faz-se o trabalho auxiliado por uma espátula, assim o produto ficará melhor compactado. Aguardam-se 48 horas e reaplica-se, esperando mais 24 horas para aplicar nova demão. Aguarda-se outras 24 horas para o próximo passo;

 

a.4) Aplica-se uma demão de um produto impermeabilizante acrílico diluído com 10% de água sobre a trinca e nas faixas laterais, deixando secar por 4 horas;

 

a.5) Estende-se uma tela de poliéster, de 20 cm de largura, sobre toda a trinca. Para fixá-la, aplica-se mais uma demão do impermeabilizante;

 

a.6) Faz-se o acabamento verificando antes se a superfície precisa ser tratada. São realizados os acertos necessários com massa acrílica ou massa corrida e aplica-se finalmente uma tinta acrílica ou de PVA.




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Prédios do Litoral Estão Doentes?

Por TopTec

Prédios do Litoral Estão Doentes ?


Dúvidas como essa tem se intensificado ante a sucessão de tragédias ocorridas em construções brasileiras como a do Palace II, do Shopping de Osasco, da igreja Evangélica em São Paulo e, mais distante no tempo, porém não menos lamentável , a que resultou no desabamento do prédio em Guaratuba, no litoral paranaense.

Todos esses acontecimentos custaram a vida de muitas pessoas e surpreenderam àqueles que se julgavam protegidos. Mesmo quando as perdas são apenas materiais, não raro são vultuosas. Por isso, todos os tipos de construções, sejam elas grandes ou pequenas, residenciais ou comerciais, merecem a respectiva atenção não só por parte dos construtores, mas também dos condôminos. Não pelo fato de serem mal ou bem executadas, mas pela simples razão de que todo bem deve receber manutenções planejadas, tais como carros, equipamentos, aparelhos, eletrodomésticos, dentre outros.

As causas para os desastres são muitas vezes técnicas, porém a inexistência de uma manutenção preventiva e corretiva e o mau uso da construção permitem que as estruturas das edificações - principalmente no litoral, onde os efeitos da umidade, da salinidade e, por conseguinte, da corrosão de armaduras são mais intensos - deteriorem-se de forma mais rápida, dificultando a sua restauração e/ou recuperação, bem como um eventual reforço, proporcionando assim complexidade e custos crescentes, diretamente proporcionais ao tempo de espera do serviço.

Com base em um diagnóstico o mais preciso possível das patologias das edificações, pode-se elaborar todo um projeto para executar a restauração, recuperação e/ou o reforço da estrutura. Por esta razão, as inspeções técnicas periódicas das construções devem ser realizadas por empresas especializadas, percorrendo toda a edificação e, se necessário, procedendo escarificações e testes de concreto, de modo a evitar que problemas, às vezes de simples solução, venham a se tornar perigos iminentes.

Além disso, estas vistorias devem ser encaradas como sendo uma prevenção de futuros inconvenientes para os condomínios, que podem aparecer como pequenos vazamentos e depois acabam provocando danos graves à estrutura, extremamente prejudiciais a funcionalidade da mesma.

Portanto, cabe a cada um dos usuários das construções observar a necessidade das manutenções constantes, preventivas e corretivas, das edificações. Com isso, a vida útil dos bens particulares podem ser estendidas, tal qual os respectivos valores monetários, além de proporcionar maior comodidade e segurança para os cidadãos, sejam eles proprietários ou não de imóveis.

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Injeção de Poliuretano

Por TopTec

INJEÇÃO DE POLIURETANO

Pare as infiltrações de modo rápido e eficiente!

 

 

A Toptec Engenharia, empresa especializada em serviços de recuperações e reforços estruturais com sede em Curitiba, apresenta um método para estancar definitivamente as infiltrações, garantindo a proteção da estrutura da edificação e devolvendo o uso e habitabilidade das áreas afetadas pela presença da água.

 

VANTAGENS DA INJEÇÃO DE POLIURETANO

 

·        Evita quebras necessárias de revestimentos e reparos em mantas de impermeabilização;

·        Tempo de execução dos serviços reduzido em relação às outras soluções;

·        Estanca pontualmente a infiltração, nos pontos exatos de gotejamento;

·        Fim das medidas que escondem o problema tais como calhas e tubulações;

·        Produto flexível, de rápida atuação;

·        Resolução independentemente do fluxo de água existente;

·        Solução cabível em estruturas de concreto armado (lajes, contenções, cisternas e reservatórios elevados com vazamentos);

Consulte-nos já através de um de nossos canais de comunicação e realize um orçamento sem compromisso.

 

 

DEMAIS ATIVIDADES PRESTADAS PELA TOPTEC ENGENHARIA

 

·        Recuperações estruturais, inclusive em altura;

·        Reforços estruturais – encamisamentos, chapas metálicas e fibra de carbono;

·        Injeções de resina epóxi para monolitização de estruturas;

·        Revitalização de fachadas revestidas com pastilhas cerâmicas.

 

PRINCIPAIS CLIENTES

 

·        Thá;

·        Gafisa;

·        Construtora JL;

·        Absolutta Engenharia;

·        Construtora Fontanive;

·        Sial Construções Civis;

·        Kern / Hochtief;

·        Pereira e Decol;

·        Porto Camargo Construtora;

·        Costaguerra Engenharia;

·        Cristal Engenharia.


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Doença Crônica

Por TopTec

DOENÇA CRÔNICA


Atualmente é comum encontrarmos nos edifícios patologias como fissuras, infiltrações, corrosão de armaduras, dentre outros diversos problemas que preocupam a vida dos moradores e usuários dos imóveis, sejam eles residenciais ou comerciais.

Estas patologias muitas vezes são decorrentes não só de falhas de execução, mas também de erros na concepção da estrutura. Podem então ter origem no projeto arquitetônico, no lançamento da estrutura, na execução dos anteprojetos, ou até mesmo durante a elaboração dos projetos finais de engenharia (arquitetônico, estrutural, elétrico, hidráulico, etc.).

De certa forma, quanto mais cedo é “realizada” a falha em um processo de construção civil, maiores serão os custos para a resolução do problema, ou seja, os dispêndios com a recuperação serão diretamente proporcionais à idade do erro.

Além disso, as falhas provenientes de etapas preliminares do processo de construção ou de anteprojetos inadequados proporcionam também um encarecimento em toda a obra e transtornos relativos a logística do canteiro de obras. Por outro lado, os problemas decorrentes do projeto final de engenharia geralmente são responsáveis pelas patologias que surgem como a maior dor de cabeça dos síndicos e administradores de condomínios.

Dentre as falhas mais frequentes geradoras de patologias podemos relacionar: tempo escasso para execução dos projetos, má definição das cargas atuantes da estrutura, falta de definição do tipo de utilização do imóvel, deficiência no cálculo da estrutura, avaliação errônea do solo de fundação da construção, falta de compatibilização entre a estrutura e a arquitetura (bem como entre os demais projetos de um imóvel), especificação inadequada dos materiais de construção, detalhamento insuficiente, errado ou até mesmo fora da realidade executiva, falta de padronização das nomenclaturas, representações e convenções dos projetos, erros de dimensionamento estrutural, elétrico e hidráulico, dentre outras muitas outras falhas.

Sendo assim, podemos garantir que muitas estruturas nascem já doentes, com problemas que, em um curto espaço de tempo, causarão sérios danos à estrutura, sendo na maioria dos casos dispendiosos. Por uma falta de reciclagem e modernização dos conceitos de projetistas, ou até mesmo por erros banais ocasionados pela pressa característica da construção civil brasileira, o importante é que as patologias estão surgindo e de uma forma cada vez mais contundente.

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